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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Os benefícios do pequi no combate ao colesterol


Conhecem essa fruta acima? O pequi, fruto típico do nosso cerrado e que geralmente é servido com arroz em algumas regiões, pode trazer muitos benefícios à saúde! A Universidade de Brasília criou uma cápsula com óleo de pequi que, além de sua ação antioxidante, também ajuda a baixar a pressão, combate a formação de gordura no sangue e o colesterol ruim, graças ao seu efeito anti-inflamatório.

O óleo, que primeiramente é processado para neutralizar o sabor e odor característicos, foi testado em uma dieta para portadores de lúpus e atletas maratonistas, que passam por um grande esforço físico e, por isso, produzem mais radicais livres. O resultado foi que, após as maratonas, os atletas que consumiram o óleo apresentaram menos danos celulares.

O suplemento deve chegar em breve ao varejo e poderá ser incluído à dieta após recomendação de nutricionistas!

Fonte: G1

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Motivos para inserir o azeite de oliva nas refeições




O azeite de oliva tem propriedades e vitaminas que podem prevenir doenças e melhorar a pele. Entretanto, nada de exagerar no consumo: o azeite é bem calórico (cerca de 90 calorias por colher de sopa). O ideal é consumir aproximadamente 30 g de azeite por dia. É indicado inserir no prato uma colher de sobremesa de azeite no almoço e outra colher no jantar.

O azeite de oliva tem diferentes níveis de acidez e quanto menor for o índice, melhor é para a saúde. Por isso o mais indicado é o extravirgem. Nesta opção, o azeite contém diferentes vitaminas (A, D, K e E) e é até capaz de prevenir o câncer.

Confira mais benefícios do azeite para a saúde e corpo:

1 - Ação antioxidante

O azeite de oliva tem ação antioxidante por conter vitaminas poderosas que dão uma força para manter a pele longe das rugas. Os antioxidantes contidos no azeite são tão fortes que as árvores oliveiras são capazes de regenerar e autoproteger seus galhos e frutos. Além disso, a opção também tem propriedades anti-inflamatórias e é indicado como um hidratante facial para quem tem a pele seca.

2 - Protege o coração e cérebro

O azeite consegue reduzir a formação de placas ateromatosas (compostas por lipídeos e tecido fibroso), que são responsáveis por entupir os vasos sanguíneos e artérias. A opção também é rica em vitamina E, protegendo de câncer e doenças cardíacas, como o infarto. Além disso, já foi comprovado pelos pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica, em Bordeaux, na França, que a opção também ajuda a prevenir derrames.

3 - Fortalece as unhas

As vitaminas contidas no azeite ajudam a hidratar e fortalecer as unhas. A dica vale para quem tem unhas escamadas, manchadas, quebradiças, ou para quem vive trocando de esmaltes (que também pode enfraquecer as unhas).  Com um algodão, aplique o azeite nas unhas depois da limpeza, hidratação e antes de aplicar o esmalte, assim as unhas ficarão fortes e hidratadas para receber o cosmético. 

4 - Reduz o mau colesterol

O azeite é um dos principais alimentos ricos em gorduras monoinsaturadas , que ajudam a conter o mau colesterol (LDL - Lipoproteína de Baixa Densidade). O consumo em excesso não é recomendado, mas se ingerido moderadamente é capaz até de reduzir as taxas do colesterol ruim e aumentar as taxas do colesterol bom.

5 – Efeito analgésico

De acordo com a pesquisa realizada no instituto científico Monell Chemical Senses Centre, da Filadélfia, o azeite pode substituir os analgésico: 50 g de azeite equivale a um décimo de uma dose de analgésico ibubrofeno, tornando esse óleo um anti-inflamatório. 

6 - Protege contra a osteoporose

Já deu para perceber que o azeite é um alimento completo: faz bem para o coração, cérebro, cabelos, unhas e pele. E o que faltou? Os ossos! De acordo com estudos realizados na Universidade de Córdoba, na Espanha, o azeite contém uma substância chamada oleuropeína, anti-inflamatório que tem os mesmos efeitos do cálcio no organismo. Ou seja, consumir moderadamente ajuda a prevenir a osteoporose. Aproveite enquanto é tempo e regue já seu prato com azeite!


Fonte: Corpo a Corpo (com minha consultoria)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Os riscos dos biscoitos recheados


Cuidado com os alimentos que você oferece ao seu filho! Os biscoitos recheados, por exemplo, são carregados com açúcares e possuem densidade energética assustadora. 

Além do excesso de açúcar, os biscoitos recheados ainda contêm muita gordura saturada, o que favorece o aumento do LDL (o “colesterol ruim”) e a diminuição do HDL, considerado o “colesterol bom”. O desequilíbrio nas taxas de colesterol é fator de risco para o surgimento de doenças cardiovasculares graves. 

E, para completar, os aditivos usados para dar cor a essas bolachas também são prejudiciais à saúde e estão associados à hiperatividade e déficit de atenção. Na dúvida, opte sempre por alimentos naturais, como frutas acompanhadas de uma fonte de fibras.

Fonte: Superinteressante

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Os benefícios da berinjela



A berinjela apresenta pouca gordura saturada e colesterol. É composta por vitamina A, vitaminas do complexo B (B1, B2 e B5), vitamina C, Vitamina K e minerais (cálcio, fósforo, potássio e magnésio). Apresenta pouquíssima caloria. Cada 100 gramas do vegetal cru tem cerca de 26 Kcal. Por este motivo, é uma excelente opção para adicionar às saladas e outros pratos.

A berinjela é rica em fibras, formando um gel que ajuda na saciedade, além de ajudar o trânsito intestinal normal e diário, e também regular a glicemia. Ela também contribui para eliminar a gordura em excesso: por promover saciedade e regulação da glicemia, hormônios formadores de gordura serão regulados evitando ou diminuindo a gordura localizada.

Por ser fonte de vitaminas e minerais há bom aporte de nutrientes para melhorar o metabolismo e ter efeito anti-oxidante. O intestino ficará mais regulado por melhoria da flora intestinal e fibras para a formação do bolo fecal.

Além de incluir a berinjela na salada, algumas pessoas fazem a água de berinjela, que consiste em deixar a berinjela picada em água natural durante a noite, bater no liquidificador pela manhã e beber ao longo do dia. Tomar essa água traz saciedade e evita picos hiperglicêmicos que favorecem a formação de gordura. Além disso, água de berinjela também ajuda no controle do colesterol, regulação do intestino, controle da glicemia, aumenta a imunidade, pode prevenir câncer, dentre outros benefícios.

Para variar o sabor da água de berinjela, pode-se adicionar gengibre e frutas como limão e abacaxi ou frutas vermelhas como a amora. Se quiser adoçar, pode-se usar o agave com moderação. Mas vale lembrar: se continuar comendo de forma incorreta alimentos calóricos como frituras, doces, excesso de pão de branco e bolos, somente a água de berinjela não ajuda no emagrecimento. É necessário a reeducação alimentar, se houver maior dificuldade procure um Nutricionista.



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Consumir batatas chips diariamente equivale a beber 5 litros de óleo por ano


Consumir uma pequena quantidade de batata chips por dia pode parecer uma opção prática para um lanche. No entanto, especialistas alertam que esse simples hábito pode trazer mais conseqüências ruins para a saúde do que podemos imaginar. Os pesquisadores afirmam que dentro daquele pequeno pacote se escondem doenças do coração, risco de obesidade, problemas no desenvolvimento de fetos, hiperatividade nas crianças e câncer em adultos. Os responsáveis pelos estudos defendem que é preciso ressaltar na embalagem os males que esse tipo de alimento pode causar.

De acordo com o jornal The Daily Mail, a situação não seria tão alarmante se o consumo de batatas chips na Inglaterra não tivesse aumentado nos últimos anos (aqui no Brasil, o consumo também é grande, mas ainda não há um estudo específico). Recentemente, um levantamento apontou que um terço das crianças britânicas consomem batatas chips todos os dias. E os outros dois terços ingerem o alimento algumas vezes por semana.

No total, o consumo dos britânicos soma 6 bilhões de pacotes por ano, o que equivale a uma tonelada de batatas chips a cada 3 minutos ou quase 100 pacotes por pessoa. No prazo de um ano, esse consumo exagerado representa o mesmo que beber 5 litros de óleo de cozinha, além de altas quantidades de gorduras, sódio e açúcar ingeridas.

Não é à toa que o consumo desse tipo de produto seja tão frequente na Inglaterra e no restante do mundo. Desde a propaganda, a embalagem, a textura e o sabor das batatas chips – tudo foi pensado para que consumo do produto cause prazer e, em grande medida, dependência. Michael Moss, autor do livro “Salt, Sugar, Fat: How The Food Giants Hooked Us” (Sal, Açúcar e Gordura: Como os Grandes Alimentos nos Fisgaram, em tradução livre), conta que todos os elementos foram desenvolvidos especialmente para nos conquistar.

O especialista explica que quando colocamos uma batata na boca, o sabor do sal é notado imediatamente. Esse efeito é chamado pela indústria de “explosão de sabor”. Além disso, as grandes concentrações de gordura são responsáveis por uma sensação de saciedade ao se mastigar o alimento. Todos esses fatores foram pensados para causar o mesmo prazer de saborear um prato refinado e saboroso. Para finalizar a mistura, as batatas contêm açúcar que está naturalmente presente no amido do alimento. Segundo Moss, essa é a combinação de sabores – sal, açúcar e gordura – necessária para que o nosso cérebro sinta necessidade de consumir cada vez mais.


Fonte: Uol

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pesquisa revela a relação entre o consumo de bebidas alcoólicas e o aumenta do risco de desenvolvimento da síndrome metabólica

Estudo publicado na revista Clinical Nutrition concluiu que o consumo de pelo menos sete doses de bebidas alcoólicas por semana foi associado com maior risco de desenvolvimento de síndrome metabólica em indivíduos saudáveis. A síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco que condicionam a um aumento das chances de uma pessoa desenvolver doenças cardiovasculares e ou diabetes (Diabetes mellitus tipo II).

As perguntas sobre o consumo de álcool incluíram o tipo de bebida alcoólica, e cada dose foi definida da seguinte maneira: vinho (uma dose = 100 mL), cerveja (330 mL) e destilados (50 ml). O diagnóstico da síndrome metabólica foi definido pela presença de pelo menos 3 dos seguintes 5 critérios: circunferência da cintura elevada (CC) (≥94 cm em homens e ≥80 cm em mulheres), triglicerídeos elevados (≥150 mg/dL) ou presença de tratamento medicamentoso para hipertrigliceridemia, HDL-colesterol (lipoproteína de alta densidade) reduzido (<40 mg/dL em homens e <50 mg/dL em mulheres), pressão arterial elevada (sistólica ≥130 e/ou diastólica ≥85 mm Hg) ou a presença de tratamento anti-hipertensivo, glicemia de jejum elevada ≥100 mg/dL. 






Ao longo dos seis anos de observação, os pesquisadores identificaram 341 casos de síndrome metabólica. Destes, os consumidores de bebidas ≥7 doses/semana, considerado um alto consumo, apresentaram um risco significativamente maior de desenvolver a síndrome metabólica, em comparação com aqueles que não consumiam bebidas alcoólicas. Além disso, o alto consumo de bebidas (≥7 doses/semana) foi associado com maior risco de hipertrigliceridemia e glicemia de jejum alterada. Ao separar por tipo de bebida alcoólica, os pesquisadores observaram que o consumo de cerveja foi o que esteve mais associado com maior risco de síndrome metabólica e maior risco de hipertrigliceridemia.

Os pesquisadores observaram que o consumo de cerveja foi o que esteve mais associado com maior risco de síndrome metabólica e maior risco de hipertrigliceridemia

“Neste estudo de coorte prospectivo de uma população saudável, o consumo de pelo menos sete bebidas alcoólicas por semana foi associado a um maior risco de desenvolvimento de síndrome metabólica após pelo menos seis anos de acompanhamento. No entanto, mais estudos em outras populações são necessários para generalizar nossos resultados e confirmar a associação entre o consumo de álcool e a incidência de síndrome metabólica”, concluem os autores.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Conheça os tipos de gorduras e saiba qual é o mais saudável


Elas são consideradas vilãs por uns, irresistíveis para outros. Porém, é importante entender quais as que fazem bem ao organismo e as que fazem mal. Sim, existem dois tipos: saturada e insaturada. Vocês já devem ter ouvido muito falar desses termos. Pois bem, cada uma delas promove uma ação no organismo.
Como já citei acima, elas podem ser: saturadas, encontradas, normalmente, nos animais, no coco e no óleo de palma, e  as insaturadas, nos demais vegetais. A primeira é considerada a grande vilã da boa saúde. Quando consumida em excesso, consegue fazer muitos estragos como o aumento de doenças crônicas: coração, hepáticas, câncer, obesidade e suas comorbidades. É encontrada em alimentos como óleo de coco e de alimentos de origem animal como, por exemplo, carne bovina, suína, frango. Ou seja, com estes alimentos não se brinca, sendo assim deve ter maior moderação no consumo.


Já a segunda, insaturada, subdivide-se em dois grupos: as monoinsaturadas e as poliinsaturadas. Não se preocupe com os nomes difíceis, o importante é entender o que cada uma faz. Elas atuam no organismo de maneira benéfica ao organismo, pois contribuem para redução de colesterol no sangue, quando consumidas em substituição às gorduras saturada e trans. A monoinsaturada é a mais benéfica de todas, pois colabora para redução do colesterol “ruim” LDL, sem reduzir o colesterol “bom” - o HDL. Isso reduz a formação e/ou manutenção de ateroma, isto é, a placa de gordura no interior de veias e artérias, que pode causar hipertensão arterial, infarto e derrame cerebral. É encontrada no azeite, óleo de canola, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas, etc), abacate, etc. Já às Poliinsaturadas, podem ser consumidos por meio de óleos vegetais (girassol, milho, soja), peixes gordurosos (salmão, atum, arenque, sardinha, etc), semente de abóbora e linhaça, etc. De qualquer forma moderação e bom senso devem estar presentes, pois elas apresentam boa densidade de calorias e também devemos consumir sem exageros.

Entendendo as siglas...
- HDL: lipoproteína de alta densidade no sangue
- LDL: lipoproteína de baixa densidade no sangue