Mostrando postagens com marcador sódio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sódio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de março de 2016

Entenda melhor por que o excesso de sal é maléfico para a saúde


O sódio (sal) é um elemento químico presente na natureza e em diversos alimentos. Possui várias funções no organismo humano como contração muscular, ritmo cardíaco, participa do sistema nervoso e equilíbrio de água no corpo humano.

Mas em excesso, ele causa o desequilíbrio na produção de hormônios, comprometimento da absorção de nutrientes, altera o ph estomacal favorecendo a gastrite e pirose (asia), retenção de líquidos e produção de edemas, além do aumento da pressão arterial.

A quantidade ideal de sódio que deve ser consumida por dia é de 5g /dia ou uma colher de chá. Devemos lembrar que o brasileiro faz uso do sódio em excesso chegando a consumir 5 vezes mais que o recomendado.

Para hipertensos, o sal é ainda mais perigoso, pois provoca o aumento da pressão arterial e risco acidente vascular. Por outro lado, restringir muito o sódio pode fazer mal à saúde porque pode comprometer o equilíbrio do organismo.

O sódio em excesso está presente principalmente nos enlatados, embutidos, conservas e defumados, e são esses industrializados que devemos evitar na nossa alimentação diária. Confira abaixo uma tabela dos principais alimentos e sua quantidade de sódio (em miligramas):

Alimento (100g)
Teor de Sódio (mg)
Azeitona preta em conserva
1567
Azeitona verde em conserva
1347
Bacalhau salgado cru
13585
Fermento em pó, químico
10052
Lingüiça de frango crua
1126
Lingüiça de porco crua
1176
Macarrão instantâneo
1516
Queijo parmesão
1844
Sal grosso
39943
Shoyo
5024
Tablete de caldo de carne
22180
Tablete de caldo de galinha
22300

Teor de Sódio Moderado (<1000mg/100g de alimento)


Alimento (100g)
Teor de Sódio (mg)
Almôndegas de carne bovina crua
621
Amêndoa torrada e salgada
279
Atum em conserva
362
Batata chips industrializada
607
Biscoito Maisena
352
Biscoito recheado com chocolate
239
Biscoito recheado com morango
230
Biscoito tipo Cream Craker
854
Camarão cru
201
Coxinha de frango frita
532
Ervilha enlatada
372
Extrato de tomate
498
Farinha de Rosca
333
Flocos de milho com sal
272
Gelatina
235
Leite de vaca desnatado(pó)
432
Leite de vaca desnatado(pó)
432
Maionese industrializada
787
Manteiga com sal
579
Margarina com sal
894
Milho verde enlatado
260
Molho de tomate industrializado
418
Palmito em conserva
514
Pão de queijo
773
Requeijão
558
Sardinha em conserva
666
Seleta de legumes enlatada
398

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Evite a retenção de líquido e prepare-se para o verão


Estamos no mês da primavera e os futuros dias de sol e calor já se tornaram uma preocupação. Para manter a silhueta enxuta e não ter vergonha de usar sua roupa de banho, você pode aliar exercícios a boas práticas de alimentação que previnam o inchaço corporal causado pela retenção de líquido.

Este problema é um dos responsáveis pelo surgimento e agravamento da celulite. Você pode fazer em casa o teste para saber se está com retenção de líquido: aperte com os dedos alguma parte do corpo, de preferência os membros inferiores. Se a marca dos seus dedos ficar no local, é sinal de que você precisa começar a reorganizar sua dieta e se preocupar mais com sua saúde.

Como celulite é um processo inflamatório, comer alimentos que provocam retenção só vai favorecer ainda mais o processo de formação dos edemas. A retenção de líquido pode provocar também o ressecamento da pele, a queda de cabelo e até enxaqueca.

O grande vilão da retenção de líquido é o sal. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o brasileiro deveria consumir menos de 5 gramas de sal, o que equivale a menos de uma colher de chá rasa de sal ou cinco pacotinhos daqueles encontrados nos restaurantes.

O ideal é que a pessoa elimine ou reduza drasticamente da dieta produtos enlatados, refrigerantes, principalmente o Zero, sucos prontos, bebidas alcoólicas, sal de cozinha em excesso, embutidos, queijos amarelos, sopas prontas, macarrão instantâneo e produtos industrializados ricos em sódio.

No lugar desses itens você pode incluir graviola, frutas vermelhas, carqueja, suco verde, água natural e linhaça. Também consuma e peixes como atum, cavala e sardinha fresca. Comece a mudar sua rotina alimentar desde agora e, no verão, você verá os resultados direto no espelho!


Fonte: Vila Mulher (com minha consultoria)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Sal do Himalaia x sal de mesa: saiba qual é a melhor opção


Eu já mostrei aqui no blog os malefícios do consumo excessivo de sódio. Hoje eu trago a dica da nutricionista Cristina Pereira, que apresenta as diferenças entre o sal do Himalaia e o sal de mesa.

Segundo a doutora, o sal do Himalaia contém os mesmos 84 minerais e elementos que são encontrados no corpo humano, o que por si só é bastante impressionante. Entre os minerais, estão disponíveis neste sal o cloreto de sódio, sulfato de cálcio, potássio e magnésio. O maior benefício do consumo do sal do Himalaia é a menor ingestão de sódio por porção. Isto porque este sal é menos refinado e seus grãos são maiores do que o sal de mesa. Por isso, acabamos utilizando o sal do Himalaia em menor quantidade do que o sal de mesa e, assim, consumindo menos sódio por porção.

Outra vantagem deste sal é que, graças a sua estrutura celular, ele armazena energia vibracional. Alguns dos benefícios que você pode esperar por consumir este sal no lugar do sal de mesa regular incluem: manutenção da saúde vascular; ajuda a manter pulmões saudáveis e boa função respiratória; promove o equilíbrio do pH estável dentro das células; reduz os sinais de envelhecimento; promove padrões de sono saudáveis; aumenta a libido; previne cãibras musculares; aumenta a hidratação; fortalece os ossos; reduz a pressão arterial; melhora a circulação; desintoxica o corpo de metais pesados.

E por que o sal de mesa comercial é menos benéfico? Através do refino dele, é completamente retirada a maioria dos seus minerais com a exceção de sódio e cloreto. Ele é, em seguida, branqueado, limpo com produtos químicos e, em seguida, aquecido à temperaturas extremamente altas. O iodo que é adicionado ao sal de mesa é quase sempre sintético, difícil para os nossos corpos absorver corretamente. Depois ele é tratado com agentes anti-aglomerantes, impedindo que o sal se dissolva no depósito. Estes agentes, em seguida, evitam que o sal seja absorvido em nossos próprios corpos, o que leva a uma acumulação e depósito dentro dos órgãos. Isso pode causar problemas de saúde graves. Estudos têm mostrado que, para cada grama de sal de mesa consumido e que o corpo não pode processar, ele vai utilizar 20 VEZES a quantidade de água celular para neutralizar a quantidade de cloreto de sódio, que está presente no sal tratado quimicamente.

Esta é em parte, a causa da má reputação do sal. Não é necessariamente o sal que não é saudável para nós, mas sim o seu processo de refinamento. Afora isso, muitos de nós consumimos alimentos processados. Estes alimentos contêm quantidades enormes de sal refinado. Por isso, não basta apenas limitar o consumo diário de sal, e sim consumir mais alimentos naturais, caseiros e integrais. Desta forma, optamos por qualidade.


Fonte: Dra. Cristina Pereira (nutricionista)

terça-feira, 30 de julho de 2013

Segundo estudo, maior consumo de sódio vem da comida preparada em casa


É o sal de cozinha, e não a comida industrializada, a principal fonte de sódio dos brasileiros. Ele responde por 71,5% do total do nutriente ingerido no país. A conclusão é de um estudo com base em dados do IBGE de 2008 e 2009, e os resultados têm aval do Ministério da Saúde.

Cada brasileiro consome, em média, 4,46 gramas de sódio por dia - o equivalente a 11,38 gramas de sal. O limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde é menos da metade: 5 g de sal puro (equivalente a 2 g de sódio).

O nutriente é associado a maior risco de pressão alta e de doença cardiovascular. Os produtos da indústria responderam por 23,8% do total da ingestão de sódio. Segundo o estudo da Abia, a maior parte do sódio foi consumida nas residências, sendo 59,7% do sal de cozinha. Outros 11,8% vieram do sal adicionado à alimentação fora de casa.


"Foi uma surpresa a indústria responder só por um quarto do sódio, e o sal de cozinha ser o grande vilão", afirma o endocrinologista Alfredo Halpern, chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do HC. Na sua opinião, fica evidente a necessidade de campanhas públicas para a redução do sal no preparo e no consumo de alimentos. O ministério diz que já existem campanhas do gênero voltadas para mães e escolares.

"A população tem tendência de colocar muito sal nos alimentos e ainda adicionar mais quando come fora", afirma Sophie Deram, nutricionista do ambulatório de obesidade infantil do HC da USP.

Alguns restaurantes de São Paulo já estão retirando o sal da mesa, e só o colocam à pedido do cliente. O advogado Carlos Nunes, 56, diz que se surpreendeu com a novidade em um restaurante do Itaim (zona oeste de São Paulo): "Colocava sal antes mesmo de experimentar a comida. Agora penso duas vezes".

A região Norte registrou o maior volume de consumo de sódio do país, com 5,41 g por habitante por dia (13,8 g de sal). Só o sal de cozinha respondeu por 10,8 g. Já no Sudeste, os alimentos industrializados foram responsáveis por 29,6% do sódio ingerido.


Fonte: Folha de S. Paulo