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quinta-feira, 12 de março de 2015

Quais os benefícios do mel? Descubra aqui e inclua em sua alimentação


Como um alimento pequeno no nome pode ser um grande aliado da saúde?  Pois é, o mel é assim. São apenas três letras, mas seus benefícios são imensos. Ele contém diversos minerais e vitaminas essenciais, além de possuir alto valor energético e propriedades medicinais, e ser reconhecido por sua ação antibacteriana. Quer a lista completa? Então, vamos lá: potássio, ferro, zinco, vitaminas A, C e B, enxofre e cálcio. E ainda tem espaço para conter um teor considerável de antioxidante (flavonóides e fenólicos). O mel é um alimento funcional que exerce a atividade prebiótica e tem como efeito a regulação do trânsito intestinal, e ainda alguns estudos sugerem regulação da pressão arterial e redução do risco de câncer. Ou seja, é essencial para uma alimentação saudável!

E se você acha que o mel só serve apenas para fazer pão e colocar um pouquinho na salada de fruta, se engana. Ele pode sim SUBSTITUIR o uso do açúcar em uma infinidade de preparações. Você estará fazendo um grande negócio, pois irá trocar a caloria vazia em nutrientes por um alimento com minerais, vitaminas e propriedades medicinais. Portanto, pode incluí-lo em sua alimentação diária como adoçante de sucos, em iogurtes, molhos adocicados, em vitaminas, entre outros. No caso de diabéticos, é preciso consultar um nutricionista, para saber a quantidade ideal para cada caso, mas a dose indicada para adultos sem restrições à glicose é equivale a uma colher de sopa.  
Na hora de comprar, atente-se para ver se o produto apresenta certificação e selo SIF do Ministério da Agricultura e se está devidamente rotulado com origem e data de validade. Já para armazenar, guarde sempre selado e lacrado em um lugar com temperatura ambiente, sem exposição ao sol e ao calor. Ou seja, lugar fresco e arejado com pouca luminosidade, ah e nunca na geladeira.

Existem vários tipos de mel e cada tipo possui características específicas indicadas para muitos casos, vamos conhecer?

- Própolis e eucalipto: estimulante, descongestionante e expectorante, relaxa espasmos;

- Laranjeira: calmante e relaxante;

- Guaco e própolis: expectorante, antigripal e energético;

- Própolis e poejo: contribuir no combate a flatulência, náuseas, diarréia e digestão comprometida.

Portanto, que tal adicionar o mel na sua vida e ter uma vida mais saudável e curtir os bons momentos da vida?!

quinta-feira, 28 de março de 2013

A importância do feijão na alimentação diária



Um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros é também um dos mais nutritivos. O feijão é fonte de proteínas, ferro, potássio e vitaminas do complexo B. Dentre os vários componentes presentes no feijão, destacam-se os compostos fenólicos, substâncias que, devido ao poder antioxidante, diminuem os riscos de câncer e doenças degenerativas.

A combinação do arroz com feijão, prato típico brasileiro, promove saciedade de longa duração e os grãos se completam. O arroz é pobre em aminoácido lisina, que é presente no feijão. Já o aminoácido metionina é farto no arroz. A dupla, como é rica em fibras, é capaz de liberar glicose gradualmente ao organismo, evitando excesso de liberação de insulina e de hormônio que favorece o estoque de gordura. Vale ressaltar que é sempre melhor escolher o arroz integral.

A hiperssensibilidade ou alergia ao feijão é pouco incidente na população. Pessoas com diarreia severa ou doença intestinal grave devem consultar um nutricionista ou médico para saber se realmente é necessário a retirada total do feijão do cardápio. Com o acompanhamento de um profissional, muitas vezes é possível encontrar alternativas, já que existem formas diferentes de consumo, como, por exemplo, o feijão verde (vagens ou brotos) ou seco (grão maduro). No caso do feijão seco, devido à presença de oxalatos e corpos purínicos, ele não é aconselhado a indivíduos com reumatismo, nefrite, hepatite, artritismo e ácido úrico alto e sem controle. Já o feijão verde não necessariamente é mais nutritivo que o seco, mas pode ser mais rico em fosfato de potássio e é mais aceito por quem sofre de acidose, edemas e flatulência.

Uma forma de diminuir a flatulência é utilizar feijões mais novos ou deixar os grãos de molho em água por 24 horas, para que ocorra uma pré-fermentação. A água deve ser trocada várias vezes até o preparo. O bom é preparar o feijão sempre em grãos, preservando assim as fibras e ainda contribuindo para melhora da saciedade e trânsito intestinal.

O feijão branco se destaca pelo teor de magnésio, fósforo e vitamina B1, entre outros nutrientes. O verde, por sua vez, é fonte de vitamina A, tiamina, betacaroteno e flavonoides, favorecendo a pele pela neutralização dos radicais livres. O seco e suas variantes é rico em fitonutrientes, como vitaminas e minerais diversos, proteína vegetal de alto valor biológico e fibra alimentar. O melhor, no dia a dia, é consumir três colheres de arroz para duas de feijão, promovendo melhor equilíbrio e aporte de nutrientes. A ingestão regular da leguminosa é associada à diminuição de riscos de males como o diabetes, doenças cardiovasculares e até mesmo neoplasias. Acredita-se que esse efeito benéfico é devido à presença de metabólitos secundários no feijão, os fitoquímicos, os compostos fenólicos e os flavonoides.

Fonte: Comunidade Vip (com minha consultoria)